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NOSSO PROPÓSITO

MISSÃO: Viver as verdades do Evangelho de Jesus Cristo na vida diária, ajudar cada membro a perseverar e prosseguir para a meta (Fp 3:14), afim de que cada crente seja frutífero e desfrute de uma vida saudável, equilibrada e santa, glorificando desta forma o nome do Senhor Jesus. Proclamar o evangelho para aqueles que ainda não são nascidos de novo, através de ações evangelísticas e do bom testemunho na sociedade.

VISÃO: A partir de São Carlos/SP - Brasil - alcançar povos, nações e vidas submersas em escuridão, através do apoio e investimento na obra missionária, nacional e transcultural (At l:8). Este apoio será feito em forma de contribuição financeira, a missionários ou organizações missionárias, orações, divulgações e envio de pessoas especialmente chamadas pelo Senhor na seara.


segunda-feira, 12 de julho de 2010

11/07/2010 - domingo 19 horas - Pr Luiz Nunes

NOSSA MISSÃO NA OBRA DE DEUS

“Convocando os doze, Jesus lhes deu poder e autoridade sobre todos os demônios, e para curarem doenças”. (Lc 9:1/6 )

Baseando-nos no texto, podemos extrair alguns pontos quando Deus chama alguém à sua vocação.

1º) CONVOCAR

Em primeiro lugar Deus escolhe, separa, convoca – convoca-nos para exercermos nossa vocação dentro da Sua obra.

2º) PODER

Em segundo lugar atribui poder.

“Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Portanto, ide e fazei discípulos de todas as nações... Ensinando-os ... (MT 28:18/29), porque, como diz o texto, toda autoridade e poder foi conferido a Jesus, o qual não reteve somente para si, mas repassou para nós. Entretanto, esse fator somente é possível quando aceitamos a Cristo; a partir daí somos transportados do reino das trevas para o reino da luz, quando então passamos a habitar outro reino – o Reino de Deus.

3º) AUTORIDADE

Em terceiro lugar, lega-nos autoridade, isto é, reveste-nos de legalidade para que possamos exercer o poder.

Em Atos dos apóstolos, capítulo 1, Jesus pede aos discípulos que não se ausentem de Jerusalém, mas que ali esperem até que o Espírito Santo desça sobre eles, revestindo-os de poder e autoridade.

Neste ponto podemos fazer uma comparação: quando um soldado está a paisana, sem o seu uniforme de trabalho, ele se apresenta como uma pessoa comum, mas a partir do momento em que veste sua indumentária, ele passa a exercer autoridade. Assim ele é revestido de poder e autoridade para cumprir a lei. Aquela farda representa autoridade.

O mesmo acontece no mundo espiritual. Nós temos uma farda, ainda que não possamos ver. Fomos selados. Recebemos de Deus, um selo. Os demônios sabem a quem pertencemos, temem e obedecem ao Espírito Santo que habita em nós.

Desta feita, não importa para que Deus nos tenha convocado mas o chamado tem que alcançar almas, uma vez que todos os dons que recebemos de Deus, tem de convergir para a expansão do Reino, razão pela qual Deus nos reveste de autoridade e poder para exercermos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, nossa vocação.

4º) DEPENDÊNCIA

Em quarto lugar, Deus nos pede para sermos dependentes dele (Lu 9:3), uma vez que nossas habilidades naturais não são suficientes para fazer a Obra de Deus. Elas são apenas instrumentos – temos sim de dependermos de Deus, para que Ele venha a agir em nós.

5º) ESTAR CONTENTE

Propagar, de boa vontade o que Deus nos tem reservado. Jamais nos aborrecermos com as adversidades, com as contrariedades encontradas no caminho, no caminhar, mas olhar para Deus, como Paulo tão bem exorta: “pois aprendi a estar satisfeito com o que tenho...” (Fl 4:11)

6º) RESULTADOS

Jesus nos diz para que não nos preocupemos com os resultados.

“Onde quer que não vos receberem, ao sairdes daquela cidade, sacudi a poeira dos vossos pés como testemunho contra eles”. (Lu9:5)

Temos de ser obedientes, isto é o que Deus nos pede, pois o Senhor não nos cobra para que convertamos as pessoas, mas sim que preguemos o Evangelho.

7º) DISCÍPULOS

Jesus ensina que devemos ser seus propagadores – ensinemos aquilo que dele aprendemos através de Sua Palavra, quando diz aos discípulos: -

“Portanto, ide e fazei discípulos de todas as nações...” (MT 28:19).

Semelhantemente a Paulo, quando fala a Timóteo (2Ti 2:1/2) para que este se fortifique na graça, que esteja rodeado por pessoas idôneas, para também serem ensinadas e que estas, por sua vez possam também ensinar. Discípulo se faz ensinando com a própria vida. Na prática, vendo as pessoas fazerem; dando seu próprio exemplo.

Ao não pensarmos na possibilidade de fazer discípulos, julgo que alguns pontos podem ser apontados: um deles pode se dar ao fato de não se querer envolvimento, ou até quem sabe, buscar se adaptar às situações, as mudanças ocorridas na sociedade.

8º) CONCLUSÃO

O Senhor nos chama para fazermos discípulos, assim, todo o conhecimento adquirido, não se deve ser guardado. Temos de estar abertos e aptos quando Deus nos convoca à ação. Jesus mesmo nos disse que obras como a que Ele estava fazendo, nós poderíamos fazer e ainda melhor. Portanto, fazer discípulos requer muito mais de nossas vidas. Temos de ser rápidos e abertos às mudanças.

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Pregação Pr Luiz Nunes – domingo dia 11/07/2010 – 19 horas

Apontamentos e formatação de Inajá Martins de Almeida