Rua Episcopal, 1.500 - Centro - Cep. 13560-570 - São Carlos/SP - Secretaria Horário: segunda à sexta-feira das 14 às 17h30 - telefones (16) 3412.7088 / 3201.1355 e-mail: igrejasc@gmail.com

NOSSO PROPÓSITO

MISSÃO: Viver as verdades do Evangelho de Jesus Cristo na vida diária, ajudar cada membro a perseverar e prosseguir para a meta (Fp 3:14), afim de que cada crente seja frutífero e desfrute de uma vida saudável, equilibrada e santa, glorificando desta forma o nome do Senhor Jesus. Proclamar o evangelho para aqueles que ainda não são nascidos de novo, através de ações evangelísticas e do bom testemunho na sociedade.

VISÃO: A partir de São Carlos/SP - Brasil - alcançar povos, nações e vidas submersas em escuridão, através do apoio e investimento na obra missionária, nacional e transcultural (At l:8). Este apoio será feito em forma de contribuição financeira, a missionários ou organizações missionárias, orações, divulgações e envio de pessoas especialmente chamadas pelo Senhor na seara.


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sexta-feira, 8 de julho de 2011

TEMPO DE CRESCIMENTO - Rafael Borgo

Os que semeiam em lágrimas segarão com alegria. Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos.” (Salmos 126.5-6). Gl 6:7 Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.

É muito bom falarmos sobre os versículos bíblicos e utilizá-los em nossas falas cotidianas com os irmãos ou quando conversamos com outras pessoas, e costumamos falar constantemente sobre a lei da semeadura a respeito de questões materiais e alguns poucos sobre o mesmo princípio aplicado a espiritualidade.

Mas o que nós esquecemos é que os textos lidam somente com os princípios básicos, mas há muitas outras coisas envolvidas nesse processo que no caso segue a realidade demonstrada através do processo de plantio da semente até a colheita do fruto.

Assistimos filmes fictícios que mostram todo processo de plantio em apenas alguns minutos, ou ouvimos histórias contadas que mostram mudanças drásticas de uma hora para outra e passamos a aplicar essa ilusão em nossas vidas, no crescimento espiritual, no desenvolvimento dos trabalhos da igreja querendo resultados significativos em pouco tempo e isso não é possível.

Encontrei uma frase que diz muito sobre crescimento rápido “Cresce depressa a erva que não consegue dar fruto.” (Samuel Singer).

Creio que não queremos ser como a erva que não produz frutos, nem mesmo em nosso crescimento espiritual e muito menos também nos trabalhos da igreja.

Por isso quando olhamos para uma semente que vai ser plantada é necessário preparar o solo, escolher a adubação correta, a semente ideal para o clima, plantá-la, providenciar a umidade ideal, e esperar um bom tempo até a semente germinar e se tornar uma plantinha, após isso continuar dando os cuidados essenciais, utilizando veneno para acabar com as pragas, muitas vezes podando alguns galhos, e novamente esperar, até criar raízes, desenvolver, crescer até que depois de um tempo considerável, algumas demoram meses para dar frutos, outras mais de dez anos para começarem a produzir. Então só depois de tudo isso poder colher o tão desejado fruto!

É da mesma forma com o nosso crescimento, quanto tempo levou para deixarmos de ser crianças e passarmos a adolescência e depois a juventude, a idade adulta e chegar a velhice?

Não foi de uma hora para outra, levou tempo!

Nossa caminhada espiritual também se desenvolve aos poucos, nos esforçando, dependendo do Espirito Santo de Deus, vamos sendo transformados dia após dia e com os irmãos que estão ao nosso redor é da mesma maneira, leva tempo até colher os frutos.

Com aqueles que estamos tentando levar a Cristo, o processo é demorado, será que você também não demorou para crescer  e produzir frutos? Os seus discípulos às vezes estão começando a carreira, são bebês espirituais que precisam de cuidado e compreensão até conseguirem chegar à maturidade e produzir frutos.

Em relação aos trabalhos da igreja e a própria igreja, encontramos os mesmos princípios, estamos como igreja em São Carlos há dois anos, e não queremos ser como a erva que tem o crescimento rápido e morre rápido sem dar frutos, mas como árvore frutífera, bem fundamentada, com raízes profundas e que produz frutos que permanecem.

Todos os trabalhos da igreja estão se fundamentando e se estruturando sobre uma base bíblica, o ministério de louvor, o grupo de jovens, os grupos caseiros, o discipulado individual, a frente missionária do Aracy, as reuniões de oração!

Todos nós queremos ver os frutos! Mas estamos começando o processo com a semente, ela esta caindo no solo, e se quisermos realmente ver os frutos futuramente, primeiro temos que assumir o compromisso profundo de pagar o preço que for necessário para isso acontecer, dispondo de todas nossas capacidades em beneficio do reino de Deus e clamando a Deus com lágrimas para que a planta se firme, cresça e venha produzir o tão esperado fruto!

Mas lembre-se que levará tempo! E necessitará de paciência e perseverança!

"Paciência e tempo dão mais resultado do que a força e a raiva." -- La Fontaine

Você quer fazer parte dessa grande obra que Deus quer realizar através da igreja Batista Betel de São Carlos? Você está convidado!

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Mensagem Boletim Julho 2011

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

26.12.2010 - 19 horas - Pastor Rafael Borgo

Louvor
“Havia, naquela mesma região, pastores que viviam nos campos e guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite... E um anjo do Senhor desceu aonde eles estavam ... trazendo boa-nova: é que hoje vos nasceu, o Salvador, que é Cristo, o Senhor.
Glória a Deus nas maiores alturas   e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem”.
Lu 2:8-14
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O VERDADEIRO NATAL

Como posso compreender o que é o verdadeiro natal? Por que comemorar o natal? Por que nos alegrar?

Esse entendimento somente é possível, quando por intermédio da encarnação de Cristo.

Estamos em tempos de festas. Alegria para uns, tristezas, saudades para outros. Mas afinal, qual o verdadeiro significado desses festejos? Podemos sim entender como a representação para o nascimento de Cristo e o seu significado para toda a humanidade, uma vez que tudo começa na eternidade:

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus... E o Verbo se fez carne e habitou entre nós...” (Jo 1:1-18)

1             Ele era Deus

1.1          Existia desde a eternidade (2)
No princípio era o Verbo... Já se tinha a idea do logos como criador de tudo, mas não como pessoa. João nos mostra que o logos era o próprio Deus filho, que estava além do tempo. Em Gênesis tudo se inicia, mas Deus já existia. (Ge 1-2)

1.2          Tudo foi feito por Ele (3)
Dele veio tudo que existe, pelo seu poder, antes dele nada existia e a través dele todas as coisas foram criadas.

1.3          Somente nele há a verdadeira vida (4)
Somente em Deus há a verdadeira vida: vida em abundância, vida eterna, vida que preenche o vazio do homem, vida que ultrapassa a morte, a reconciliação.

1.4          A luz brilhou para a humanidade em trevas (5)
A luz já brilhava sobre os homens, mas agora ela se fazia brilhar mais e mais” Quando Deus se revelou.

2             Deus se fez homem (revelação máxima de Deus)

2.1          Deus humilhou-se a si mesmo para se tornar como nós (14-15)

“Antes, a si mesmo se esvaziou... reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou... (Fp 2:7-8)

E o Deus todo poderoso, na pessoa do filho se fez homem, humilhou-se a si mesmo, assumindo a forma humana. Nunca se viu e nunca se ouviu sobre um Deus que se faz homem.

Habitou = tenda = tabernáculo = presença visível de Deus para os homens.
Entre nós = face a face

2.2         Para recebermos graça e favor de Deus (16)

O mundo estava condenado, estava em trevas e todos nós recebemos de sua plenitude de sua graça, para que tivéssemos esperança.

2.3          Foi nos dada condições de cumprir a lei (17)

A lei foi dada, mas nela não havia poder para produzir vida; era como um fio elétrico porém sem eletricidade e veio a graça como a energia para poder ser cumprida a lei. A lei era incapaz de produzir retidão, arrependimento e santificação, mas a graça veio em nosso favor.

2.4          Ele pode nos revelar plenamente como era Deus (18)

Somente Cristo poderia nos revelar o Pai, pois ele estava em comunhão desde sempre com o Pai e se fazendo homem poderia mostrar o máximo de entendimento que o homem poderia ter de Deus.

3             Para que os homens pudessem ter uma escolha

3.1          A verdade revelada (9)

A verdade foi revelada: Deus se fez conhecer. A luz que iluminava já os homens, agora estava brilhando ainda mais; a verdade perfeita e absoluta e infalível de Deus estava sendo revelada e se fazendo conhecida! Onde só havia mentira e trevas! Agora era possível ver o contraste – a luz raiou! E foi dada a escolha para o homem!

3.2          Não o receber (10-11)

Aqueles que se cegaram pelos seus pecados, viram a luz, mas estavam tão acostumados com as trevas que não quiseram aceitar a verdade; não quiseram ver que tudo que eram e faziam representava apenas trevas e mentiras! Preferiram tentar apagar a luz! Matar o autor da vida! Quiseram rebelar-se contra o seu criador! Não o receberam! Optaram por não recebê-lo e morrer em seus pecados.

Podemos entender quando o filósofo Platão nos aponta para o Mito da Caverna (diálogo entre Sócrates e Glauco no livro A República), aproximadamente 350/400 anos aC.

3.3 (12-13)

E aqueles que perceberam a verdade, compreenderam sua atitude de rebelião contra Deus, voltaram-se em arrependimento, segurando nas mãos estendidas de Deus voltada para eles, estes tais foram limpos, feitos novamente, nasceram de novo – não da vontade da carne, mas do próprio Deus.

Conclusão:

Este é o verdadeiro natal. Essa é a verdadeira alegria e festa. É isso que realmente comemoramos. O mundo em trevas se alegrando, porque a luz brilho. Vimos a grande luz. Vimos Deus. Deus saindo da eternidade e entrando no tempo. Deus que é espírito se fazendo homem, adquirindo forma humana, tornando-se visível aos homens na sua revelação máxima, para dar oportunidade de escolha aos perdidos:

– de receberem ou rejeitarem o autor da vida;
– de fazerem parte ou permanecerem separados da plenitude de Deus para sempre;
– de sairem das trevas para a luz e vida perfeita e eterna de Deus, ou de permanecerem nas trevas do mal para todo sempre.

Faça sua escolha!

Pastor Rafael Borgo

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palavras do Pastor Rafael Borgo
formatação de Inajá Martins de Almeida 

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

05.12.2010 - 19 horas - Pastor Rafael Borgo

Louvor
“... a Ele a glória eternamente... vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente...” 
Rm 11:36, 12:1-2
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DESVENDANDO O MISTÉRIO DE DEUS - Cl 1:9-14, 2:4

Quando se fala em mistérios, logo se pensa em algo que está oculto e precisamos encontrar, assim, qual é o mistério que Deus quer nos revelar?

No decorrer da história da Igreja, houve vários movimentos com pessoas que a ela se achegavam buscando algo mais e, muitas das vezes encontrando o que não era o próprio evangelho.

Na atualidade  é o que vemos em demasia, o que faz com muitos abandonem  o verdadeiro evangelho;  sigam  em busca do mínimo, quando na realidade poderiam estar alcançando o máximo.

Não era diferente na época do apóstolo Paulo. Essa carta escrita aos colossenses,  foi dirigida também à igreja de Laodicéia, uma igreja que se assemelha aos nossos tempos. Dizia ter tudo, mas não tinha o principal – Cristo.

Nela o apóstolo nos delineia os mistérios  para se chegar a Deus:

1º ORAR – cap. 1:9-10
 “Por essa razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós...”  Paulo orava pela igreja. E nós?

2º LUTAR – cap.2:1
“Gostaria, pois, que soubésseis quão grande luta venho mantendo por vós, pelos laodicenses e por quantos não me viram face a face...”
Paulo nos convida a lutar, a “combater o bom combate”, a nos empenhar com disciplina para que possamos chegar a Deus “aprovados”.

3º APRESENTAR (compreender) – cap. 1:15, 20-22, 26-27, 28
Para se chegar a uma compreensão plena do mistério de Cristo, o filho fora apresentado aos homens, como cabeça do corpo da igreja. Ele é aquele que vivifica e está em nós. Assim, tudo o quanto necessitamos, já está dentro de nós.
“Assim digo, para que ninguém vos engane com raciocínios falazes.”  (Cl 2:4)

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Pastor Rafael Borgo

Igreja Batista Betel de São Carlos
Anotações e formatação de Inajá Martins de Almeida